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Encontro reunirá apaixonados por carros antigos em Cuiabá

Postado dia 15/09/2014

Um encontro reunirá colecionadores de carros antigos de todo o Estado do Mato Grosso, durante o 6º Encontro do Carro Antigo e Hot Rod.  O evento, que será realizado de 19 a 21 de setembro, na Praça 8 de abril (Chopão), no bairro Goiabeiras, em Cuiabá, é uma promoção do Clube do Carro Antigo de Cuiabá.

Criada em 2002 e oficialmente registrada em 2005, a entidade reúne atualmente 25 sócios, que, juntos, possuem entre 60 e 70 raridades. A mais antiga delas é um Ford T, de 1919, mas o carro – que era chamado de Ford Bigode - hoje não tem condições de rodar. Assim, esse título deverá ir para um dos dez modelos Ford A, de 1931, que pertencem a integrantes do clube.

Também serão expostos modelos clássicos que um dia foram populares, como o Fusca, por exemplo, até os mais potentes e valiosos, como o Mustang, da Ford, equipado com motores V-6 ou V-8. Alguns deles ostentarão as disputadas placas pretas, que são entregues somente para carros fabricados há mais de 30 anos e que estejam em boas condições de conservação. “Essas placas são entregues a carros que sejam, no mínimo, 90% originais e os outros 10% com acessórios da época”, explica o vice-presidente do Clube do Carro Antigo, o funcionário público José Antônio Marinho, o Magal. 

O servidor, que há três anos trabalha como gerente de transporte da Universidade Federal do Mato Grosso, deverá levar para o evento um Maverick LDO 1977.  A relíquia, de cor marrom fiorentino, foi usada por Magal no dia a dia durante 20 anos, mas hoje, com 45 mil quilômetros rodados, só é retirada da garagem para participar de eventos. “Ele gastava muita gasolina, fazia 4 quilômetros por litro”, diz o colecionador, que hoje roda por Cuiabá em uma caminhonete Ford Ranger 2010/2011.

O Clube do Carro Antigo é bem heterogêneo e tem, entre seus sócios, juízes, promotores de justiça, advogados, comerciantes e empresários. Poucos, porém, entendem de mecânica. “Se der uma pane, alguém vai ter de ir lá ajudar”, brinca Magal. “Mas é que não é mesmo fácil mexer nesses carros, exige muito conhecimento”, acrescenta.

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