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Maio Amarelo quer reduzir número de acidentes

Postado dia 19/05/2014

No dia 10 de maio, a ONG Observatório Nacional de Segurança Viária lançou o movimento “Maio Amarelo”, que tem a proposta de chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortos e feridos em acidentes de trânsito de todo o mundo. O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e, mais do que chamar a atenção da sociedade sobre os altos índices de mortes, feridos e sequelados permanentes no trânsito no país e no mundo, mobilizar o seu envolvimento e também dos órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações, sociedade civil organizada para discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento.
Em Campo Grande, por ter apresentado o maior índice (33,63%) de vítimas fatais em acidentes de trânsito, em 2013, a região urbana do Anhanduzinho terá prioridade na campanha Maio Amarelo. Entre as atividades programadas pela Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) estão a intensificação da pintura de quebra-molas – já em execução - e a marcação de semáforos em 36 pontos onde ocorreram acidentes fatais no ano passado. Segundo dados do projeto Vida no Trânsito, neste período fora registradas 38 mortes na região. Em Campo Grande, as ações estão sendo coordenadas pelo Gabinete de Gestão Integrada de Trânsito (GGIT).

Acompanhando o sucesso de outros movimentos, como o “Outubro Rosa” e “Novembro Azul”, os quais, respectivamente, tratam dos temas câncer de mama e próstata, o “Maio Amarelo” estimula as pessoas a promover atividades voltadas a conscientização, ao amplo debate das responsabilidades e avaliação de riscos sobre o comportamento de cada cidadão, dentro de seus deslocamentos diários no trânsito.

E por isso, o seu símbolo não poderia ser diferente ao laço escolhido, na cor amarela, cuja simbologia em relação a conscientização no combate ao câncer de mama, de próstata (e a sua identificação precoce) e, até mesmo, ao vírus do HIV, está amplamente consolidada pela sociedade. A escolha propositada do laço como símbolo do Movimento vai ao encontro da necessidade da sociedade tratar os acidentes de trânsito como uma verdadeira epidemia e, consequentemente, acionar cada cidadão a adotar as cautelas e prudência hábeis a poupá-lo de ser uma vítima.

Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos. A intenção da ONU com a "Década de Ação para a Segurança no Trânsito" é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, 5 milhões de vidas até 2020.

O Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, Estados Unidos e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito. Juntas, essas dez nações são responsáveis por 62% das mortes por acidente no trânsito.

Ações - Neste maio, várias ações promocionais estão em curso para despertar a atenção da sociedade. Além de palestras e debates sobre o tema em empresas, escolas, organizações não governamentais e entidades, também foram realizadas atividades desportivas, como o passeio ciclístico no Paraná, passeata em Tocantins e, no Rio de Janeiro, a iluminação do Cristo Redentor na cor amarela.

Para conhecer a campanha:

maioamarelo.com

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