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Uma década de motor flex no Brasil

Postado dia 26/03/2013

No último domingo, 24 de março, completaram-se 10 anos do lançamento do primeiro carro flex produzido no Brasil. A tecnologia resolveu um problema de mercado: no tempo do Pró-Álcool, ainda nos anos 1980, o preço do açúcar bastante elevado no exterior fez com que as empresas do setor produzissem mais açúcar do que álcool, o que provocou total desabastecimento. A solução encontrada foi criar motores que pudessem ser abastecidos com ambos.

Há 10 anos, o litro do etanol tinha preço muito convidativo. Apesar disso, o que muita gente percebeu na época, foi que o consumo do flex era mais alto que o de um modelo similar a gasolina, e chegava a anular a vantagem de preço. Isso se dava porque a calibração do motor ficava comprometida.

Com a tecnologia atual, em relação à manutenção e desgaste de peças dos carros com motor flex, não há mais diferenças perceptíveis ou problemas gerados no abastecimento.
A questão que fica é: qual dos combustíveis escolher?

Regra dos 70% para motores flex:

Se o álcool custar até 70% da gasolina, prefira-o; se ele custar mais, a gasolina é que provavelmente trará o menor custo por quilômetro rodado.

Não há influência quanto ao motor ser 1.0 ou 2.0, por exemplo. Também não influem outros fatores que tendem a consumir mais combustível, como o uso do ar-condicionado, carro pesado, trânsito ou trechos de serra.

Poluição:

Em relação a poluição, o álcool é de fato menos nocivo à atmosfera. Ele é capaz de mover o carro com menos combustível queimando, o que reflete em menos poluentes. A gasolina, por sua vez, apresenta como produtos de sua combustão o dióxido de carbono e o monóxido de carbono, gases que contribuem com o efeito estufa e são maléficos à humanidade.

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