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Ford comemora 98 anos da primeira linha de montagem

Postado dia 20/10/2011

O mês de outubro tem sempre um significado especialíssimo para Ford pela lembrança de dois fatos que transformaram definitivamente a indústria mundial como um todo: a vitória de Henry Ford na corrida de 10 de outubro de 1901 – que atraiu investidores para a fundação da companhia que leva seu nome – e a criação da linha de montagem, na fábrica de Highland Park, em Detroit, há 98 anos. Esse advento deu asas ao sonho de Ford, que era o de produzir um automóvel mais simples, em larga escala, que tivesse seus preços ao alcance de um grande número de pessoas.

A grande mudança na rotina da produção de carros, que afetaria toda a indústria mundial em seus mais diversos segmentos, foi talvez a maior invenção de Henry Ford. A partir de 7 de outubro de 1913 (conforme destaque da foto de abertura), os automóveis passaram a se movimentar na direção dos operários e não mais o contrário. Antes disso, as fábricas da Ford funcionavam como todas as demais na época, com a diferença de que um automóvel ocupa muito mais espaço do que um produto de consumo do gênero alimentício ou de higiene, por exemplo.

Enfim, desde o início do processo de produção os carros inacabados ocupavam espaços em galpões imensos e assim permaneciam até ficarem prontos (destaque foto 2), o que levava muito mais tempo, já que cada funcionário tinha diferentes tipos de afazeres a executar em cada carro.

Desde que a primeira vez que uma esteira rolante levou os carros aos operários em Highland Park, cada grupo passou a de executar tarefas específicas, para assim completar a maior parte do processo produtivo com maior rapidez e eficiência. Os operários passaram então a dominar uma ou mais funções pré-determinadas. Isso significou economia de tempo e dinheiro para o processo todo e possibilitou que o carro se tornasse um bem para uma parcela muito maior da população.

Com objetivo de aperfeiçoar o processo, no meio do caminho, Ford criou uma série de linhas de submontagem. Todas elas convergiam para uma linha principal, funcionando da seguinte forma: o chassi se movimentava continuamente para receber cerca de 5.000 peças que compunham o Modelo T, na sequência. Até que, magicamente, o Ford Bigode saia rodando completinho ao final. A linha de montagem de Highland Park chegou a produzir 2 milhões de veículos por ano.

A tremenda sacada de Ford mudou a vida como ela era. Mais prá frente vamos contar por quais experiências ele passou até chegar à linha de montagem. Acompanhe!

(Ford Jalopnick)

Por Patricia Salles

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